Técnico, tático, financeiro… Qual o maior problema do Flu em 2017?

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da bwin: Ainda restam três jogos para o fim da temporada e o time precisa de pontos para garantir a permanência na Série A do Brasileirão, mas a avaliação do ano já está em pauta no Fluminense. Os resultados ficaram longe dos esperados pelos torcedores. Para Lucas, os motivos se encontram dentro e fora de campo.

– Tem que avaliar vários fatores. Contratações, dificuldade financeira… Não dá para colocar só uma ou outra. Desempenho também. Não tiramos a nossa responsabilidade. Mas são vários fatores que explicam a nossa posição no campeonato. Temos que fazer a nossa parte nos três jogos que faltam para ter tranquilidade. Estamos tentando de todas as formas vencer – garantiu Lucas.

Atualmente, o clube está em débito com os jogadores: são dois meses de salários atrasados, além de direitos de imagem. A situação é tratada com urgência pela diretoria, que teme a rescisão contratual dos jogadores via Justiça, o que pode ocorrer a partir do terceiro mês de salário atrasado.

A questão, no entanto, não é usada como desculpa para a posição do Fluminense na tabela do Brasileirão. Os jogadores garantem que o desempenho e a dedicação do time não são influenciados por isso.

– Não influencia. Sabemos separar isso bem. Existe a cobrança em cima disso, temos que receber, é uma obrigação do clube, mas conseguimos separar. Mesmo que estivesse tudo em dia, acho que nossa situação seria a mesma. Temos um grupo que sabe diferenciar isso e é bom. Já peguei outros grupos que não conseguiam separar as coisas. Aqui é diferente – afirmou o lateral-direito com passagens por Figueirense, Botafogo, Palmeiras e Cruzeiro.

Os motivos que explicam os resultados do Fluminense em 2017:

Financeiro

Além dos atrasos salariais recorrentes durante o ano, a delicada situação financeira impediu que o clube das Laranjeiras fizesse grandes investimentos durante a temporada. No início do ano, apenas Lucas foi contratado pela atual gestão. Durante 2017 chegaram Marlon, Robinho e RIchard. Assim, o técnico Abel Braga teve à disposição um elenco formado por 50% de jogadores vindo das categorias de base, promovendo muitos Moleques de Xerém aos profissionais.

Técnico

A queda de rendimento de alguns atletas, como Wellington Silva, Sornoza, Orejuela e Gustavo Scarpa, também ajuda a explicar os resultados ruins do Fluminense. Os meias seguem entre os titulares, mas ainda não recuperaram o melhor futebol após passarem por cirurgias no primeiro semestre. Wellington Silva, com problemas no púbis, e Orejuela hoje são opções entre os reservas.

Tático

Abel Braga montou um time que encantou nos primeiros meses do ano, com um ataque veloz e eficiente, mas o desempenho caiu após as lesões de Sornoza e Gustavo Scarpa, além da venda de Richarlison. O comandante teve dificuldades para suprir as ausências e o esquema com três volantes, bastante utilizado durante a temporada, não deu os resultados esperados. Os problemas defensivos também foram recorrentes durante todo ano – e o “caos aéreo” permanece sem solução.

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